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História e Cultura

Na foto, vista do monumento do "Marco do Descobrimento" na entrada da cidade de Sta. Cruz Cabrália.

A história da cidade de Santa Cruz Cabrália iniciou-se no ano de 1500 com o “descobrimento” do Brasil.

No dia 09 de março deste ano, o rei de Portugal Dom Manuel, envia uma esquadra de 09 naus e 04 caravelas e entrega o comando ao Capitão – mor Pedro Álvares Cabral.

A Bandeira

A bandeira de Santa Cruz Cabrália possui quatro faixas horizontais nas cores verde, branco, vermelho e azul.

 

A Facdesco tornou-se o "point" educacional da Costa do Descobrimento. Localizada no principal local histórico do descobrimento oficial do Brasil, a Facdesco oferece os cursos de Ciências Contábeis ( 04 anos), Ciências da computação (04 anos),

 

 

 

 

Esta manifestação folclórica também é conhecida em outras regiões brasileiras por Marujada. Trata-se de aproximadamente oitenta homens trajados de marinheiros e retrata uma antiga lenda que conta a história de um navio que ao partir da Índia e acometido por uma terrível tempestade. A tripulação, assustada rogou a Nossa Senhora da Conceição que os protegessem daquele sofrimento, e fizeram a promessa que se chegassem sãos e salvos em terra, iriam homenageá-la com cânticos e danças até a sua igreja. Após o desembarque no porto de Santa Cruz Cabrália, o grupo se apresenta pelas ruas da cidade dividido em duas filas. São entoados dezenove cânticos, cada um com uma coreografia especifica, marcada pelo som dos pandeiros simulando o dia-a-dia no mar. Realizada no dia 8 de Dezembro.

 

 


 

Grupo folclórico em que os componentes se fantasiavam de bichos e de outras criaturas extraídas das lendas e historias populares. A bicharada era composta pelo Jaguará, o Boi-duro, o Paco-paco, o Garanhão, o Cucurutado, a Burrinha, a Foca entre outros. Cada animal tinha sua própria coreografia. O destaque era a dança do Boi-duro e da Burrinha. Os cânticos eram acompanhados por instrumentos de cordas e percussão. As apresentações pelas ruas da cidade eram realizadas nos meses de janeiro.

 

 

 

 

CORDÃO DE CABOCLOS:
Grupo folclórico formado por homens, mulheres e crianças que se trajavam de índios representando uma aldeia Tupinambá. Entre eles, o pajé, o caboclinho de pena, a índia perdida e a rainha da aldeia que transporta o estandarte. Para melhor caracterização, além dos arcos e flechas, seus integrantes pintavam os corpos utilizando sementes de urucum, pó de carvão e o tauá, espécie de argila fina encontrada na região, que misturados com óleo de coco ajudavam na fixação. Dançavam e cantavam pelas ruas da cidade ao som de tambores. As apresentações eram realizadas nos meses de fevereiro.

O ENGENHO:
Grupo folclórico que retratava a escravidão sofrida pelos negros no Brasil. Tinha como personagens o Senhor do Engenho, o feitor, os escravos cortadores de cana, as negrinhas do engenho (meninos travestidos de escravas) e dois bois-moles (homens fantasiados representando o carro de boi). O grupo percorria ruas e praças cantando, acompanhados por tocadores de tambor, pandeiro e recoreco. Através da dança simulavam o trabalho feito no engenho.

TERNO DE REIS:
Manifestação folclórica em homenagem ao Dia de reis. Era formado por duas filas de moças, vinte de cada lado, e mais uma porta estandarte. Eram vestidas de acordo com o tema escolhido como por exemplo: “O Falenas de Ouro”, os vestidos eram mais curtos, se fossem escolhidas as “Romeiras de Belém” os vestidos eram longos e brancos. Os rapazes seguravam quatro arcos decorados com flores formando uma espécie de túnel sobre as moças. O grupo percorria as ruas da cidade dançando e cantando cânticos acompanhado sempre pela Filarmônica 8 de Dezembro. As casas que eram visitadas pelo Terno De Reis após apresentação recebiam o lenço branco da porta estandarte e o devolviam com algum dinheiro para ajudar na próxima festa. O dia da homenagem é 6 de Janeiro.

BAILE DAS PASTORINHAS:
Era formado por um grupo de crianças e adolescentes que saíam às ruas vestidas de branco na véspera de natal, visitando as casas onde havia uma lapinha (presépio). Cantavam e dançavam em homenagem ao nascimento do Menino Jesus, acompanhados por uma bandinha que animava a cidade.

 
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Fotos: Orácio, Amale Chaim, Marcelo Miranda & Sérgio Bertini.